2022
- A Filha de Mercúrio

- Dec 30, 2021
- 13 min read
Olá Xuxus,
Este é (finalmente) o post sobre 2022. Confesso que durante algum tempo pensei que não o faria, não para já, mas vai que nos últimos dias comecei a ouvir aquelas vozinhas insistentes (esquizofrenia divina) a dizerem que a coisa devia acontecer. E quando as vozinhas se tornam insistentes não tenho como fugir.
Antes de avançar quero deixar-vos 3 ressalvas:
Nunca se esqueçam que cada pessoa tem a sua própria interpretação energética e que tudo o que aqui leem é a minha. Não se trata de quem está certo ou errado, porque como já vos disse Astrologia não é adivinhação, trata-se sim das várias faces da mesma moeda.
Astrologicamente não consideramos o dia 31 de Dezembro o fim ou início de um ciclo. Astrologicamente regemo-nos pelo ciclo que vai de Carneiro a Peixes, onde Carneiro representa o início e Peixes a conclusão. Assim, Março é o mês que queremos reter para este efeito. Contudo, o facto de a maioria das pessoas considerarem o fim do ano no dia 31 de Dezembro, faz com que à volta dessa data se crie no coletivo uma energia de finalização, de entusiasmo, de mudança e de esperança. As pessoas pensam no novo ano e pedem os seus desejos, fazem as suas resoluções e isto cria uma espécie de vórtice energético. Contudo, se por acaso não estiverem a sentir aquele entusiasmo, aquele ânimo de festa ou que alguma coisa está prestes a mudar e se até se sentirem assim mais para dentro e com mais vontade de ficar em silêncio, saibam que está tudo certo e que não estão loucos, nem deprimidos.
É impossível abordar um ano inteiro num post, mas vou tentar deixar a informação que me pareceu mais relevante e dar-vos uma visão geral do que me parece que podemos esperar da energia do próximo ano.
Então vamos lá.
Os primeiros meses.
Começo por vos dizer que vamos entrar em 2022 com a Lua Minguante e já na fase Balsâmica. Isto pode muito bem justificar alguma falta de entusiasmo para grandes festejos, uma vez que a Lua Balsâmica é uma Lua de finalização de ciclo, de fazer as pazes com tudo o que aconteceu, de silêncio, de acalmar o coração e de cura. É a Lua que nos traz a paz com o caminho que fizemos até então, para que se possa iniciar um novo ciclo que, neste caso, acontece logo no dia 02 de Janeiro com a Lua Nova em Capricórnio. De forma muito resumida, os primeiros meses do ano serão passados em trabalho de balanço, planeamento das ações que queremos levar a cabo, libertação do que nos restringe/restringiu, de como podemos inovar e, por fim, a fechar o ciclo com todo o trabalho de cura, perdão e amor que isso implica.
Não só a quadratura Saturno-Úrano ainda vai estar presente, como a Vénus ainda vai andar envolvida com Plutão, por isso é natural que não sintam já o alívio da pressão, da intensidade e da tensão. Para ajudar à festa, a entrada em 2022 faz-se sob uma conjunção de Lua-Marte em Sagitário e isto implica algum cuidado com birras (a sério, literalmente), berrarias, discussões, atritos, cortes, causados por alguns excessos e por algum cansaço, saturação e frustração relacionados com os limites à nossa liberdade individual. Menos mal que Júpiter acabou de entrar em Peixes, libertando-se da influência saturnina, e que vai estar a mandar no que se passa em Sagitário. O foco deve estar na empatia, no perdão, na compreensão e na transcendência de quaisquer que sejam os "beliscanços" ao nosso ego através de um amor maior, aquele que nos enche o coração, que nos faz bem e nos deixa em paz com a vida.
O Sol vai estar em trígono a Úrano a proporcionar uma mudança no que respeita às nossas resistências, aos nossos lugares seguros, ás nossas zonas de conforto e a trazer luz e libertação aos nosso traumas do passado. Úrano representa o Céu e a mente cósmica, a revolução, a rebeldia, que muito embora esteja em tensão com o passado, recebe a luz da consciência de Capricórnio e que nos remete para uma mudança que ainda pode ser demasiado lenta, mas que será eficaz, concreta e duradoura.
A entrada de Júpiter em Peixes acontece em quadratura aos Nodos Lunares que estão mesmo a finalizar a sua passagem de 18 meses pelo eixo Gémeos-Sagitário e de certa forma pode trazer-nos o teste do discernimento nestes primeiros dias. Júpiter vai estar em Peixes até Maio, momento em que ingressa em Carneiro, e regressa a Peixes em Outubro para finalizar a sua passagem. Como já vos disse, esta é uma passagem relativamente breve, mas que deve ser aproveitada ao máximo porque representa a possibilidade de muitas bênçãos a recaírem sobre as nossas cabeças. Contudo, tudo o que Júpiter faz é expandir e repor justiça, por isso, se temos andado a fugir, a evadirmo-nos, a resistir a entregar, a viver muito a partir de um lugar de controlo e de resistência e/ou a enfiar a cabeça na areia, esta passagem pode levar-nos a um duro confronto com uma realidade da qual temos vindo a tentar escapar.
Até Março ainda temos também que lidar com os encontros da Vénus em Capricórnio. Já estamos a lidar com a sua passagem por Capricórnio e com a sua retrogradação que representa uma revisão dos nossos valores e dos nossos amores de uma forma muito profunda, onde estamos a experienciar a morte e a transformação de muitos destes valores e amores, de relações com pessoas, dinheiro, recursos, bens, mas também com o nosso sentido de valor pessoal, com o nosso amor (próprio), com os nossos dons, recursos e talentos naturais e inatos, de forma a construir relações mais estruturadas, estáveis e duradoras com todos estes temas. A partir do meio de Fevereiro e já com a Vénus em movimento direto, isto é, já com a revisão feita e pronta para fazer alguma coisa com os frutos desta revisão, Marte entra em cena e caminham juntos até meados de Março, encontrando-se com Plutão mesmo antes de entrarem praticamente juntos em Aquário. Vénus-Marte recordam-me sempre o equilíbrio entre a energia masculina e feminina, a recetividade, a criatividade, a germinação e a fertilidade, combinadas com a ação, o movimento e a manifestação. Claro que estamos a falar dos Amantes e portanto também da força do desejo e da vontade combinados, dos amores platónicos e como Plutão está na área, também dos amores plutónicos que, no seu melhor podem representar relações de grande intimidade, partilha e conexão, mas no seu pior representam o domínio, o controlo e a manipulação. Ainda assim, o melhor destes trânsitos traz-nos a morte definitiva de velhas formas de relação e de ação (pessoas, dinheiro, bens) e a reconstrução destas relações com base em novas visões, novos ideias, nova liberdade, com originalidade e com as tais qualidades de durabilidade, estabilidade e estrutura.
A energia geral de 2022
Tanto me têm perguntado se 2022 vai ser diferente, se vai mudar alguma coisa e a minha resposta é: se tudo correu bem, já mudou. Eu sei que muitas vezes estão a falar da intensidade e da frustração que se viveu em 2021 mas, na minha ótica, 2020 e 2021 foram anos de grande confronto e reestruturação interna. Foi algo que aconteceu dentro de nós, ao nível do coração e das entranhas e que não teve (nem podia ter) grande expressão exterior, o que nos deu uma sensação de termos estado sempre presos, empancados, que nada andava e nada acontecia. Esbarrávamos em tudo, parecia que andávamos ás cegas, mas quem aproveitou este período para prestar atenção ao que se passa dentro, nas entranhas, nos bastidores, em segundo plano, sabe com todo o seu Ser que já mudou tudo. Nenhum de nós, destes, é o mesmo que era há 1 anos ou 2 atrás.
2022 representa, para mim, o inicio da exteriorização da revolução e reestruturação interna que teve lugar nos últimos dois anos. Se já em Janeiro e Fevereiro vamos ter eventos que marcam o início de uma mudança energética, entre Março, Abril e Maio, essa mudança acontece de uma forma bastante evidente. A segunda metade do ano é, para mim, caracterizada por o início desta tão aguardada Grande Revolução.
Já no dia 18 de Janeiro os Nodos Lunares mudam de eixo e passam de Gémeos-Sagitário para Touro Escorpião. Curiosamente (ou não) é precisamente neste dia que Úrano passa ao seu movimento direto em Touro. A mudança dos Nodos Lunares representa por si só uma grande mudança na tónica energética do coletivo. Muito sumariamente o Nodo Sul representa o passado, o lugar de onde vimos, o que já temos como certo e inato, um lugar de conforto e o Nodo Norte o caminho que precisamos fazer e o lugar onde eventualmente queremos chegar. Talvez seja mais fácil perceberem o que isto significa olhando para os últimos 18 meses de Gémeos-Sagitário, onde as nossas crenças, as nossas verdades, o que pensávamos que sabíamos, o que tínhamos como certo (Nodo Sul em Sagitários) vieram a ser desafiados por uma enchente de novas informações, novas formas de comunicação, de movimento, que nos exigiram flexibilidade, mente aberta e a capacidade de nos adaptarmos (Nodo Norte em Gémeos). Acima de tudo, tocando no Eixo do Conhecimento e da Sabedoria, fomos obrigados a ouvir várias opiniões, usar o nosso discernimento, a pensar pela nossa cabeça e assim construirmos a verdade pela qual queremos reger a nossa vida.
Agora com os Nodos Lunares a transitarem pelo Eixo Touro-Escorpião nos próximos 18 meses, diria que podemos esperar a morte e a destruição das velhas (do passado) formas de poder, controlo, domínio e manipulação, uma transformação profunda das nossas estruturas psicológicas e emocionais, das velhas formas de intimidade, da partilha de recursos, enquanto caminhamos para formas mais sustentáveis de relação com a matéria, com bens, recursos, valores, dinheiro, emoções, com o corpo físico e com o amor. Podemos esperar que poderes que têm estado a operar nas sombras, no escuro, de forma misteriosa e escondida comecem a ser destruídos. A reformulação dos conceitos de intimidade, conforto, entrega e partilha. Um maior contacto, atenção e cuidado com o nosso corpo. À medida que a morte vai tendo lugar, o processo de transformação vai-nos mostrando uma forma de viver a vida com mais beleza, mais prazer e maior segurança (a única e verdadeira).
Em meados de Fevereiro dá-se uma espécie de um cair da ficha e começamos a assistir ao que identifico como a manifestação da revolução que tem vindo a ocorrer nos últimos dois anos. De repente pode vir a sensação de que não dá para continuar "assim", como estamos, no mesmo lugar, a repetir os mesmos padrões de sempre, a viver as mesmas restrições e limitações de sempre e precisamos libertar-nos. A necessidade de nos libertarmos do passado, do que está estagnado, do que já não tem mais por onde andar ou por onde crescer, em conjunto com a necessidade da criação de uma nova ordem e/ou estrutura, diferente, inovadora, original, pode levar a um choque e a um confronto com verdade e assim, dar-se o início da revolução que nos leva às ações concertadas rumo ao mundo que queremos construir.
Entre Março e Abril a energia muda e surge assim o mote para o novo ciclo que se inicia. É logo a 12 de Abril que se dá o evento mais esperado de 2022, a conjunção de Júpiter com Neptuno em Peixes. Ambos regem Peixes e se disse que Júpiter em Peixes era o Olho de Deus, a justiça divina, o raio divino, quando tocar em Neptuno teremos o Olho e o Coração de Deus sobre a Terra, o Coração de Deus a bater em uníssono com o nosso. E agora dizem vocês "Ok Filha, isso é bonito mas quer dizer exatamente o quê?". Quer dizer um dilúvio de bênçãos. Significa uma dose dupla de conexão, intuição, empatia, compaixão, humanitarismo, fé, confiança, entrega, rendição ao Todo e à mão divina que nos comanda. Quer dizer que se não virmos Deus estamos cegos. Se não nos reconhecermos como parte de Deus estamos cegos. Quer dizer que se não formos capazes de ver a Grande Ordem divina a manifestar-se na Terra estamos cegos. E estar cegos significa estar em fuga, em resistência, em negação, presos ao mundinho, à escassez, ao medo, à infelicidade, à desilusão, à triste ideia de que controlamos o que quer que seja por mais que, quanto mais tentemos controlar, mais a vida nos prega rasteiras.
O grau sabeu deste aspeto diz "The Tiny Island seems lost in the broad ocean, but its happy inhabitants have created a world all their own." É sobre cooperação e limites, mas também é sobre a capacidade de se viver feliz e em comunidade num lugar que parece perdido. Se ficarmos presos ao tempo e ao espaço, esta pequena ilha, a dada altura vai trazer-nos problemas que podem ter que ver com escassez, falta de espaço, falta de privacidade, de individualidade e até de liberdade. Contudo, se imaginarmos uma comunidade que vive de acordo com os valores de empatia, respeito, partilha, troca, entrega e abundância, dificilmente a consideramos problemática. O Toque de Deus é sobre vivermos as nossas vidas a partir de uma vibração mais elevada cujo mapa se encontra na Luz de Peixes. É vivermos em conexão profunda com o nosso coração e com a nossa intuição. É vivermos com a confiança e a fé de que por maior que seja a provação, por maior que seja a escuridão, seremos sempre infinitamente amados, guiados e suportados.
Todo o ano de 2022 é um ano de transição e estamos a falar de aspetos de larga escala cuja manifestação não acontece de um momento para o outro ou com um estalar de dedos. Ainda vamos estar na travessia, mas boa parte do tempo a queimar pontes e a colocar as primeiras pedras da nova construção que vamos edificar. Eu diria que é um ano onde vamos aprender a combinar a fé com a ação, por isso as restrições e as limitações não vão desaparecer completamente, simplesmente podemos ser abençoados com uma dose de visão, intuição e fé que nos permitem navegar relativamente bem no Grande Dilúvio que aí vem. Desafios vão sempre existir, mas quanto mais conseguirem estar em contacto com a vossa sensibilidade, emoções, compaixão, intuição e empatia, mais serão capazes de reconhecer e agradecer as bênção que recaem sobre vocês.
Pelo início de Maio a magia continua. Pelo lado bom vamos ter a oportunidade de encontrar ou desenterrar tesouros que têm estado escondidos algures na nossa sombra ou no nosso inconsciente. Trabalhar com a nossa sombra pode parecer duro, mas retiramos dela diamantes em bruto. Descobrimos na nossa sombra, nas nossas feridas, nos nossos traumas, nas nossas dores, verdadeira riqueza e, processo de cura feito (ou iniciado), desenterramos um poder que não sabíamos que possuíamos, tornamo-nos mais inteiros, mais sólidos e mais capazes de viver com integridade, verdade e autenticidade. Também aqui o nosso conceito de riqueza pode sofrer uma transformação e quem sabe percebermos que nem tudo o que reluz é ouro.
O outro lado bom é que podemos estar perante tesouros escondidos no sentido literal, ou seja, grandes poderes e riquezas que têm estado a operar na sombra podem vir à luz para enfrentar a verdade e a justiça. As grandes empresas, bancos, seguradoras e indústrias que detêm poder e movem muita riqueza enfrentarão a justiça, a morte, a transformação ou a punição com base no que têm estado a operar pelo bem maior.
Ainda em Maio, Júpiter faz o seu primeiro ingresso em Carneiro. Se Júpiter em Peixes todo ele é amor, bênçãos e conexão com o divino, a energia de Carneiro é bem diferente. Carneiro representa o início, a força, a ação, o instinto primordial que dá origem à vida portanto podemos esperar que os tempos entre Maio e Outubro sejam de grande expansão desta energia impaciente, desbravadora e que quer avançar a qualquer custo.
Fim de Julho, início de Agosto, Úrano e Marte encontram o Nodo Norte em Touro e se alguém tem estado á espera de uma mudança, podem preparar-se para a Grande Revolução. Marte conjunto a Úrano é por si só uma energia volátil, elétrica, instável, muito propícia a choques, explosões, cortes, fogos e regra geral são momentos onde precisamos tomar mais atenção aos impulsos que acabam por ser a grande causa destes acontecimentos. Quando esta energia toca o Nodo Norte, estamos perante uma mudança drástica, chocante, inesperada do rumo da vida, do caminho e dos acontecimentos. Como acontece em Touro esta grande mudança vai tocar nos temas económicos, financeiros, de recursos, bens, capitais e de resto tudo o que tenha a ver com valores quer no âmbito pessoal, quer no coletivo.
Também em Agosto Marte entra em Gémeos onde vai passar qualquer coisa como 7 meses. Esta enormíssima passagem por Gémeos acontece porque é neste signo que Marte fará a sua retrogradação entre Outubro e Janeiro de 2023. Marte em Gémeos pode gerar muitas discussões e debates e uma grande busca por informação. Com este posicionamento de Marte o pensamento fica mais rápido, mas pode ser pouco criterioso. Exigirá flexibilidade e adaptabilidade sob o risco de se enfrentar a frustração e os cortes próprios de Marte, mas como coloca muita força no campo mental, é importante ter alguma atenção para não cair na ansiedade de uma mente sobrecarregada. Repito, flexibilidade, adaptabilidade e critério serão as palavras chave para este longo trânsito.
Em suma...
Muito mais haveria para se dizer, mas assim em jeito de remate final, 2022 parece-me ser assim um ano de fé e ação, daí que seja tão importante habituarmo-nos a contar as nossas bênçãos. Se ainda não o fizemos, é um ano para aprendermos a a usar a nossa intuição, a conectarmo-nos ao nosso coração e a fluir com a vida. Especialmente a segunda metade do ano pode ser agitada no que respeita a temas sociais relacionados com economia e distribuição de recursos, mas ao longo de todo o ano podemos presenciar a queda, a destruição e a reposição de verdade e justiça relacionada com os grandes poderes económicos e sociais. Será importante mantermo-nos centrados e termos bem presentes quais são os nossos valores (morais, pessoais, económicos), o que é verdadeiramente importante para nós e o que conscientemente merece o nosso investimento.
As relações também vão passar por este escrutínio com base na sua qualidade, no que nos acrescentam ou retiram, no quanto merecem ou não o nosso investimento, em que medida e dentro de que limites. Não vai importar muito a quantidade, mas sim a qualidade das nossas relações e parcerias. Vamos querer caminhar com aqueles que têm verdadeiramente significado para nós, que partilham das mesmas visões e ideais que nós, auxiliando-nos e potenciando-nos nas nossas construções e edificações.
Eu usaria os primeiros meses para construir e os meses seguintes para edificar com paciência, consistência, ao meu ritmo e aproveitando os presentes da vida. Ainda vão haver alguns momentos onde se vão fazer sentir restrições, mas se aprendemos alguma coisa nestes dois anos, foi a encontrarmos, mas acima de tudo, a construirmos a nossa liberdade. Parece-me que será um ano de reposição da verdade e da justiça e quando isto acontece, é quase inevitável que ocorram julgamentos, buscas, escrutínio e alguma agitação. Importa que, independentemente do que se passa "lá fora", independentemente das distrações, continuemos a ser livres, a ter fé e que consigamos manter o foco no que é verdadeiramente importante e no mundo, na vida, que queremos construir. Se estivermos atentos, vai ser um ano repleto de bênçãos e com muito com que nos ocuparmos nas nossas vidas pessoais. No fim, os únicos responsáveis por o que acontece na nossa vida e pelo caminho que trilhamos somos nós e temos sempre, mas sempre, o poder de o construir à nossa medida e de acordo com o que é mais alinhado com a nossa vibração. Se cuidarmos da nossa vibração, se vivermos em amor, em entrega, em aceitação, com foco, rigor e disciplina, mas também com alegria e prazer não vamos conseguir encontrar um único motivo para a vida não valer a pena.
Feliz, Iluminado e Abençoado 2022!





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